sexta-feira, 29 de julho de 2011

Carta Mensal MCC

Carta MCC Agosto 2011 (144ª.)
Vós todos sois o corpo de Cristo e, individualmente, sois membros desse corpo. Assim, na Igreja, Deus estabeleceu, primeiro, os apóstolos; segundo, os profetas; terceiro, os que ensinam; depois,  dons diversos: milagres, cura, beneficência, administração, diversidade de línguas. Acaso todos são apóstolos? Todos são profetas? Todos ensinam? Todos fazem milagres? Todos têm dons de cura? Todos falam em línguas? Todos as interpretam? Aspirai, porém, aos dons mais elevados” (1Cor 12,27-31).
Meus sempre amados irmãos e irmãs, que formamos o corpo de Cristo, a comunidade santa e pecadora do Povo e da Família de Deus: estejam com todos vocês a graça e a paz do Senhor Jesus pela ação do Espírito Santo:

A Igreja Católica no Brasil faz do mês de agosto o Mês das Vocações. Porque, então, citar aqui essa admoestação de São Paulo aos Coríntios?  Que importância têm os dons de cada um no contexto eclesial? O que têm a ver os dons do Espírito Santo com vocação? Que atitudes assumir para corresponder fielmente ao chamado do Senhor e vivê-lo em plenitude?  Para responder a estas e outras eventuais perguntas a respeito do tema, proponho alguns pontos visando a uma breve reflexão.

1.                  Escolha, chamado e envio pelo Pai através do Filho pelo Espírito Santo.   No batismo, ao sermos enxertados na própria vida divina pela graça, somos escolhidos e articulados como membros num só corpo que, como nos ensina o Apóstolo, é o corpo de Cristo, a Igreja.  E, então, já se manifestam em cada um os dons do Espírito ou carismas que correspondem à vocação para a qual todos somos chamados: a vocação à santidade: “Santificai-vos e sede santos, porque eu sou santo” (Lv 11,44). E, na palavra de Jesus, ser santo é ser perfeito como o Pai: “Sede, portanto, perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48).  A vocação à santidade é compreendida, portanto, como uma escolha do Senhor e como um seu chamado a todos os batizados e não, unicamente, aos sacerdotes ou aos religiosos ou aos consagrados e consagradas. E aqueles mesmos carismas ou dons – como os chama São Paulo – ajudam-nos a tornar concreta nossa resposta à medida que os colocamos a serviço da comunidade humana e eclesial. E, como Deus concede os carismas - especiais, a cada um -, cada um deverá manifestá-los vivenciando a sua própria vocação. Escrevendo ao seu dileto filho espiritual e discípulo muito amado, Timóteo, São Paulo lembra que: “Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não em atenção às nossas obras, mas por causa do seu plano salvífico e da sua graça, que nos foi dada no Cristo Jesus antes de todos os tempos” (2Tm 1,9). 

2.                  Resposta do escolhido, vocacionado e enviado: assumir o envio. Num dos mais preciosos documentos do magistério eclesiástico do século passado, “A Evangelização no mundo contemporâneo” (EN), o Papa Paulo VI assim se expressa quanto à vocação da Igreja e de cada um dos cristãos católicos: “A Igreja sabe-o bem, ela tem consciência viva de que a palavra do Salvador, "Eu devo anunciar a Boa Nova do reino de Deus", se lhe aplica com toda a verdade. Assim, ela acrescenta de bom grado com São Paulo: “Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim; é, antes, uma necessidade que se me impõe”... “Ái de mim, se eu não anunciar o evangelho”... "Nós queremos confirmar, uma vez mais ainda, que a tarefa de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja"; tarefa e missão, que as amplas e profundas mudanças da sociedade atual tornam ainda mais urgentes. Evangelizar constitui, de fato, a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar, ou seja, para pregar e ensinar, ser o canal do dom da graça, reconciliar os pecadores com Deus e perpetuar o sacrifício de Cristo na santa missa, que é o memorial da sua morte e gloriosa ressurreição” (EN 14). E o mais recente e luminoso Documento de Aparecida insiste no caráter missionário do discípulo de Jesus e o exprime já no seu lema: Discípulos missionários de Jesus Cristo para que nEle, nossos povos tenham vida”. Ora, sendo vocação e missão de toda a Igreja anunciar a Boa Notícia a toda a humanidade, para todo o católico cristão, leigo ou consagrado, para aquele no meio das duras realidades do mundo, independente de permissão ou mandato ou, até, dependência de bispos ou de sacerdotes, constitui a concretização de sua vocação laical.

3.                  A orientação de Jesus aos escolhidos, vocacionados e enviados.  Ao enviar os seus discípulos em missão, Jesus lhes dá orientações muito claras: “Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!” (Mt 10,6). Vivemos num tempo no qual tantos filhos e filhas da Mãe Igreja abandonam a casa paterna, aderindo a outras crenças ou ideologias, seduzidos por propostas nem sempre condizentes com os critérios e valores anunciados por Jesus no Evangelho. E o fazem, talvez, movidos pela esperança de um sucesso imediato, ou pelas facilidades de alcançar o ter e o poder, ou em busca de sonhadas facilidades ou tentando resolver, quem sabe, problemas de ordem pessoal ou familiar... (Cf.DAp 100, letra f). Por isso, nossos Pastores, também no Documento de Aparecida (DAp), lançam um apelo urgente: “A Igreja é chamada a repensar profundamente e a relançar com fidelidade e audácia sua missão nas novas circunstâncias latino-americanas e mundiais” (DAp 11). E, mais: “Aqui está o desafio fundamental que afrontamos: mostrar a capacidade da Igreja para promover e formar discípulos e missionários que respondam á vocação recebida e comuniquem, por toda a parte, transbordando de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo” (DAp14). É neste contexto que me permito deixar aqui uma pergunta, talvez incômoda: será que nós, vocacionados e enviados para as “ovelhas perdidas da casa de Israel” (refiro-me, sobretudo, a alguns Movimentos eclesiais que deveriam distinguir-se por sua missão de busca dos afastados da Igreja, como o Movimento de Cursilhos, por exemplo) não continuamos buscando, quase sempre, as mesmas ovelhas já bem protegidas e melhor nutridas no calor do redil, enquanto milhares e milhares estão lá fora, abandonadas, e morrendo de fome e frio?  

4.                  Desafios e riscos que esperam os escolhidos, chamados e enviados em missão. Assim como os primeiros discípulos, os de hoje somos enviados a um mundo globalizado, tanto para o bem, mas, sobretudo para o mal incalculável que é o distanciamento do Deus da vida, do seu plano de amor; globalizado numa cultura de morte e destruição dos valores fundamentais da dignidade humana, da família e da convivência entre semelhantes: “Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos” (Lc 10,3). E, talvez, um dos maiores e mais insidiosos desafios esteja, muito mais frequentes do que nos tempos de Jesus, naqueles que se apresentam camuflados: “Eis eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos” (Lc 10,3).  Nestas circunstâncias adversas à fé cristã, temos que pedir, com insistência e perseverança, o dom do Discernimento!  

5.                  Atitudes que Jesus espera dos escolhidos, chamados e enviados em missão. São aquelas atitudes derivadas da opção fundamental feita pelos que são chamados, consagrados ou leigos e leigas, para trabalhar na vinha do Senhor: “De graça recebestes, de graça deveis dar! Não leveis ouro, nem prata, nem dinheiro à cintura; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, pois o trabalhador tem direito a seu sustento” (Mt 10, 8-10). O seguimento nas pegadas do Mestre; a cruz abraçada com alegria; a renúncia constante e a oração perseverante constituem o mais seguro itinerário dos vocacionados para a sublime aventura evangelizadora!   

6.                  A recompensa reservada aos escolhidos, chamados e enviados em missão.  Simples assim: “Neste encontro com Cristo, queremos expressar a alegria de sermos discípulos do Senhor e de termos sido enviados com o tesouro do Evangelho” (DAp 28). E, ainda: “Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria” (DAp 29). Alegria! Alegria” Alegria!

Concluo com a presença de Maria, a primeira escolhida, chamada e enviada: “Que (Maria) nos ensine a sair de nós mesmos no caminho de sacrifício, de amor e serviço, com o fez na visita à sua prima Isabel, para que, peregrinos a caminho, cantemos as maravilhas que Deus tem feito em nós, conforme a sua promessa” (DAp 553).  A todos os meus amados, deixo-lhes um carinhoso abraço fraterno no Senhor Jesus. De todos, servidor e irmão,



Pe. José Gilberto Beraldo
Equipe Sacerdotal do GEN

Evangelho do Dia

Marta e Maria - Jo 11, 19-27

Naquele tempo, muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa.
Então Marta disse a Jesus: 
- Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mas, mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele to concederá.
Respondeu-lhe Jesus: 
- Teu irmão ressuscitará.
Disse Marta: 
- Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia.
Então Jesus disse: 
- Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim não morrerá jamais. Crês isto?
Respondeu ela: 
- Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus que devia vir ao mundo.

COMENTANDO O EVANGELHO: Eu sou a ressurreição e a vida

A perda de um ente querido produz naturalmente angústia no coração. Marta, irmã do falecido e um grupo reduzido de amigos, tomando conhecimento da chegada de Jesus, correram-lhe ao encontro, enquanto Maria estava sentada em sua casa.

Tais atitudes correspondem às características de cada uma delas, tais como vemos em outras passagens e podem ser percebidas na pergunta que Marta dirige ao Senhor, na sua profissão de fé e no fato de ir chamar Maria, que logo atende e vai ao encontro de Jesus.

S.Agostinho (430) escreve que "Marta e Maria eram duas irmãs, unidas não só por seu parentesco de sangue, mas também por seus sentimentos de piedade; ambas estavam estreitamente unidas ao Senhor, ambas O serviam durante sua vida mortal com idêntico fervor.

Marta o hospedou (...) como uma servente hospedava a seu Senhor, uma enferma ao Salvador, uma criatura ao Criador. Deu-lhe hospedagem para alimentar corporalmente aquele que a alimentaria com seu Espírito".

Com efeito,na profissão de fé de Marta, há uma progressão, no início ela crê na Ressurreição final, mas Cristo lhe revela que sendo Ele a Vida, crer nEle, aderir a Ele, é ter a certeza de viver de sua vida eterna.

E isto não unicamente depois da morte, mas desde agora. A reação de Marta é típica do "Sim" da fé, ela busca menos as razões para crer ou penetrar no sentido da revelação, do que colocar sua confiança no Revelador.

"Eu creio absolutamente", confiança total, e não o "eu creio" incerto de uma opinião humana. Marta reconhece nEle "o Senhor, o Cristo, o Filho de Deus, vindo ao mundo", em quem se pode crer de modo absoluto. Confissão de fé que se liga à confissão de Pedro em Cesaréia de Filipe (Mt 16,16).

ORAÇÃO

Senhor Jesus, vós sois a Ressurreição e a Vida. Aumentai a minha fé e esperança em vossas promessas para que eu possa irradiar a alegria do Evangelho a todos.

Notícias


Anunciada descoberta da tumba de São Felipe
Em Pamukkale, antiga Hierápolis (Turquia), onde o apóstolo faleceu
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 28 de julho de 2011 (ZENIT.org) – Os arqueólogos asseguram que se trata da tumba do apóstolo Felipe, um dos 12 discípulos que acompanharam Jesus.
A descoberta aconteceu em Pamukkale, antiga Hierápolis, em Anatólia Ocidental (Turquia), cidade em que Felipe morreu, depois de ter pregado na Grécia e na Ásia Menor.
A descoberta foi realizada pela missão arqueológica italiana empreendida desde 1957, composta hoje por uma equipe internacional, dirigida desde o ano 2000 por Francesco D’Andria, professor da Universidade de Salento.
Um resultado importante na busca da tumba de São Felipe – recorda L'Osservatore Romano –, já tinha sido alcançado em 2008, quando a equipe encontrou a rua que os peregrinos percorriam para chegar ao sepulcro do apóstolo. Agora se chegou a esta nova meta.
“Junto ao Martyrion (edifício de culto octogonal, construído no lugar onde Felipe foi martirizado), encontramos uma basílica do século V de três naves”, explica o diretor da missão.
“Esta igreja foi construída ao redor de um túmulo romano do século I, que evidentemente gozava da máxima consideração, já que mais tarde se decidiu edificar ao seu redor uma basílica. Trata-se de uma tumba em forma de nicho, com uma câmara funerária.”
Colocando em relação esses e muitos outros elementos, “chegamos à certeza de ter encontrado a tumba do apóstolo Felipe, que era meta de peregrinação a este lugar”, afirma D'Andria.
No século IV, Eusebio de Cesareia escreveu que duas estrelas brilhavam na Ásia: João, sepultado em Éfeso, e Felipe, “que descansa em Hierápolis”.
A questão ligada à morte do apóstolo suscita controvérsia. Segundo uma antiga tradição, de fato, ele não teria morrido martirizado. Já os evangelho apócrifos contam que ele teria sofrido martírio sob os romanos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Este Final de Semana tem Cursilho!!!

Shalom a todos nossos irmãos cursilhistas! Este final de semana acontece o 43º Cursilho Feminino Jovem de nossa Diocese. Peçamos ao Divino Espírito Santo que ilumine este Cursilho Jovem, para que estas jovens que ali estarão tornem-se verdadeiras discípulas e servidoras de Cristo em suas comunidades. A Alavanca é de extrema importância para que tudo isto torne-se em verdadeira festa no céu. A oração é a base de tudo.
Shalom!!!

O SANTO ROSÁRIO.

"Homens da Galiléia, porque ficais aí a olhar para o céu? 
Esse Jesus que vos acaba de ser arrebatado para o céu voltará 
do mesmo modo que o vistes subir para o céu. (At 1,11) " 
O SANTO ROSÁRIO
O SANTO ROSÁRIO: Mais Poderoso que a Bomba Atómica

Testemunho do Padre Schiffer S.J., sobrevivente de Hiroshima.


Milagre do rosário em Hiroshima, no dia 6 de Agosto de 1945


Durante a II Guerra Mundial duas cidades japonesas foram destruídas por bombas atómicas: Hiroshima e Nagasaki.
            Em Hiroshima, como resultado da explosão, todas as casas que se situavam num raio de cerca de dois quilómetros e meio do epicentro foram destruídas. Quem se encontrava dentro, ficou soterrado nas ruínas. Os que estavam no exterior ficaram queimados.
            No meio daquela tragédia, uma pequena comunidade de Padres Jesuítas vivia junto à Igreja Paroquial, situada a cerca de 1 quilómetro do epicentro da explosão da bomba.
            Eram missionários alemães ao serviço do povo japonês. Como os alemães eram aliados dos japoneses, foi-lhes permitido permanecer ali.
            A igreja, situada junto da casa dos jesuítas, ficou destruída, mas a sua residência manteve-se intacta e os membros da pequena comunidade jesuíta sobreviveram. Não sofreram os efeitos posteriores da radiação, nem a perda do ouvido, nem qualquer outra doença ou efeito nocivo gerado pela bomba.
            O Padre Schiffer era um dos jesuítas presentes em Hiroshima nesta data. Tinha 30 anos quando a bomba explodiu nessa cidade e viveu outros 33 anos mais de perfeita saúde. Contou esta sua experiência vivida em Hiroshima durante o Congresso Eucarístico realizado em Filadélfia (E.U.A) em 1976. Nessa altura, os oito membros da comunidade jesuíta ainda estavam vivos.
            O Padre Schiffer foi examinado e interrogado por mais de 200 cientistas que foram incapazes de explicar como ele e os seus companheiros haviam sobrevivido. Ele atribuiu-o à protecção da Santíssima Virgem e disse: “Eu encontrava-me no meio da explosão… e, apesar disso, ainda me encontro aqui vivo e salvo. Não fui eliminado pela sua destruição”.
            Além disso, o Padre Schiffer afirmou que, durante vários anos, centenas de cientistas e investigadores estudaram as razões científicas que explicassem o motivo pelo qual a casa, apesar de se encontrar tão perto da explosão, se tinha mantido intacta. Mas o Padre explicou que havia apenas uma diferença em relação às outras casas: “Rezávamos o terço todos os dias nessa casa”. A explicação estava dada.
            Na outra cidade devastada pela bomba atómica, Nagasaki, S. Maximiliano Kolbe tinha fundado um convento franciscano que ficou igualmente intacto e os irmãos foram protegidos graças à protecção de Nossa Senhora. Também nessa casa se rezava o terço diariamente.

Nota: Para os cibernautas que queiram ter uma ideia da dimensão do milagre, sugiro que consultem o site: http://www.youtube.com/watch?v=x9lwvImJqT0&feature=related

Evangelho do Dia

A rede - Mt 13, 47-53

Naquele tempo, disse Jesus à multidão:
- O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que pegou peixes de todo tipo. Quando ficou cheia, os pescadores puxaram a rede para a praia, sentaram-se, recolheram os peixes bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. Assim acontecerá no fim do mundo: os anjos virão para separar os maus dos justos, e jogarão os maus na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Entendestes tudo isso?
- Sim - responderam eles.
Então ele acrescentou:
- Assim, pois, todo escriba que se torna discípulo do Reino dos Céus é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.
Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.

COMENTANDO O EVANGELHO: Perdas e ganhos

A imagem da pesca, simbolizada na rede lançada ao mar e que recolhe peixes de toda espécie - bons e maus - ilustra a dinâmica do Reino feita de perdas e ganhos. Uma vez lançada a rede ao mar, a pescaria já não depende da vontade do pescador. Cada lançada de rede é uma surpresa. A seleção será feita somente no final da pescaria, quando os peixes bons são colocados em cestas, enquanto os maus são jogados fora.

A tarefa do discípulo, servidor do Reino, consiste em lançar a rede incessantemente. Não lhe importa a qualidade dos peixes eventualmente recolhidos, mesmo porque esta decisão está fora de seu alcance. Basta-lhe ter cumprido a missão que o Senhor lhe confiara. Assim não se frustrará, embora haja peixes a serem lançados fora. O receio da perda não pode paralisá-lo nem diminuir-lhe o entusiasmo. Como bom pescador, ele ousa sempre lançar de novo a rede. Nisto consiste sua realização pessoal e sua alegria.

É ilusão pretender ganhar sempre, como é desastroso cultivar a idéia do fracasso. Só a miopia espiritual pode levar alguém a não perceber que, apesar de seus esforços, foi incapaz de sair cem por cento realizado em sua missão, sem o menor fracasso. Ou, ao contrário, levar alguém a abater-se por ser incapaz de discernir o mínimo sinal de sucesso.

O realismo exige de nós contar tanto com o sucesso quanto com o fracasso na missão de servidores do Reino. O tempo se encarregará de revelar a verdade dos fatos!

ORAÇÃO

Pai, concede-me suficiente realismo para perceber que teu Reino se constrói em meio a perdas e ganhos, e que só tu podes garantir o sucesso final.

Notícias do GED - Grupo Executivo Diocesano

Noite do Reencontro!!!!!
OLÁ AMIGOS,

Está confirmado a noite do Reencontro no Salão de baixo do Centro Comunitário da Catedral, no dia 04/08/11. Eu acho que faltarão cadeiras...
Porém, por serem jovens, qualquer coisa, adaptem para sentarem-se no chão... (fazer o quê?)...
Compareçam, prestigiem e façam a diferença!
Infelismente coincidiu com a Hora da Palavra, não houve como modificarmos a tempo...
Tenham uma ótima noite do Reencontro com a benção de Deus!
Shalom!
Edna.
(Fonte  - Edna Mantovani - GED - via e-mail)